segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Estréia da 4a Temporada de Chuck!

Hoje, nos Estados Unidos, estréia agora à noite a quarta temporada de Chuck, no canal NBC! A espera foi longa, mas finalmente os fãs da série poderão voltar a conferir os capítulos inéditos!

E, por conta disso, eu hoje trouxe dois promos da 4a temporada da série que a NBC exibiu!







Bom pessoal, por hoje é isso! Amanhã eu venho fazer um novo post sobre a série! Provavelmente devo comentar a estréia dessa quarta temporada aqui no blog também. Espero que tenham gostado dos promos!

domingo, 19 de setembro de 2010

Primeiras Impressões/Crítica: Nikita


Primeiras impressões:

Nikita



Entrando no clima do 1° Mês das Séries aqui do blog, eu venho falar sobre essa nova estréia. Vamos lá!

Ao assistir o promo dessa nova série da CW – que de série da CW nada tem – admito que ele não chamou a minha atenção e pelo contrário. O promo me deixou uma má impressão da série, assim como eu também já não apostava muito nela só por ela ser um remake da série dos anos 90 “La Femme Nikita” somado ao fato dos remakes da CW não serem muito bons. Por isso, eu decidi que ao meio de outras estréias que pareciam ser mais promissoras, Nikita não seria uma das estréias dessa Summer Season que eu iria conferir. Ainda bem que eu mudei de idéia.

Nunca assisti ao filme de origem da história nem à série dos anos 90 mas pelo o que li, esse remake muda vários elementos da história original – mas não deixa nada a desejar. Nikita é uma mulher problemática que após fazer uma besteira é julgada e mandada ao corredor da morte. No meio do caminho ao fim, uma luz surgiu. Mas o que Nikita não sabia era que se de início a luz pareceu bem brilhante e libertadora, depois ela iria se tornar negra – ou melhor, vermelha – e iria força-la a entrar em um mundo onde ela era nada mais do que uma boneca treinada para ser uma assassina, obrigada a desempenhar seu trabalho querendo ou não. Tal “luz” denomina-se Division e é uma agência secreta do governo que tende em resgatar pessoas desesperadas sentenciadas ao corredor da morte forjando a morte delas, treiná-las e obriga-las a trabalhar para eles – exatamente como o que acontecera a Nikita.

E assim começa o piloto, com a personagem principal contando a sua história – ela fora recrutada há 6 anos pela Division e fugira há três anos atrás, sendo a primeira recruta a fugir da organização. Desde então, durante os últimos três anos da vida dela ela havia sido perseguida e havia fugido das garras da Division. Após contar a sua história, Nikita fecha a primeira cena desse ótimo pilot com uma promessa: ela iria se certificar a não ser a última recruta a conseguir escapar da Division.



Após a abertura da série, nós assistimos a um assalto a uma farmácia, no qual há um assassinato e uma jovem que estava participando do assalto é erroneamente julgada como assassina – enquanto o verdadeiro assassino foge, abandonando-a. Sendo assim, Alex é sentenciada à solitária, e vemos ela se rebelando, batendo nos seguranças que estavam carregando-a, enquanto um homem assiste a tal processo. O homem trata-se de Michael, agente da Division responsável de recrutar e cuidar dos novos agentes. Sendo assim, ele recruta Alex explicando-a o processo que iria acontecer, que agora Alex seria considerada uma pessoa morta e teria que trabalhar para a Division.



E assim se estende o piloto, apresentando-nos ótimas cenas de ação, muita adrenalina, a entrada de Alex na Division e muitas outras informações sobre a própria Division e o passado de Nikita, tudo isso com uma missão de assassinato que a Division deveria cumprir como pano de fundo. Ficamos sabendo, por exemplo, que no passado, Michel e Nikita haviam se relacionado e que agora a missão de Michael seria perseguir e assassinar Nikita; são apresentados novos agentes e recrutas da Division; ficamos sabendo também que uma das principais razões de Nikita ter fugido da Division - o fato deles terem assassinado o noivo dela por proibirem que seus agentes tenham relações sentimentais – além de vermos Nikita botando para quebrar, deixando bem claro à Division que ela não teria sossego até conseguir afundá-la.



E, para finalizar, no final do pilot, ainda há uma agradável surpresa com relação à personagem de Alex. E assim que é o início dessa série. Um primeiro capítulo que deixa uma teia de possibilidades para histórias no futuro – como o passado de Alex, Nikita e Mike – um piloto recheado de cenas de ações bem feitas, uma história que prende a atenção e pode render numa ótima série caso seja bem-aproveitada e continue nos apresentando capítulos nesse ou em maiores níveis. Resumindo, uma série que tem de tudo para dar certo se souber aproveitar o enredo para criar boas histórias.


Nota: 8,3


Aqui vai um vídeo interessante da série que a CW lançou após exibir o primeiro capítulo da série, mostrando as críticas positivas do mesmo:




1° Mês das Séries!



Hoje, estréia no CCBF um novo especial - o Mês Temático! Como eu já expliquei no post anterior, o Mês Temático é um especial no qual serão realizados especiais, enquetes e vários posts sobre o tema que será tratado no período determinado. E agora, de 19/09/10 a 19/10/10 será realizado o 1° Mês das Séres aqui no blog!

E só para deixá-los a par do que está por vir, aqui está uma pequena programação - incompleta pois não teria graça se estragasse todas as surpresas, é claro - de algumas coisas que ocorrerão nesse período:


Enquetes:

> de 19/09 a 29/09 será realizada a seguinte enquete: "Por quais dessas estréias da Summer Season você mais espera?". Na mesma enquete, cada leitor poderá votar em mais de uma opção, estando disponíveis 12 opções. A enquete já está aberta para votação.

> de 30/09 a 09/10 será realizada a seguinte enquete: "Quais dessas foram as melhores estréias dessa Summer Season?". Nela, cada leitor também poderá votar em múltiplas opções, e serão as mesmas 12 opções da enquete anterior.

> de 10/10 a 19/10 será realizada a seguinte enquete: "Quais desses Retornos você mais gostou?". Nela, o leitor poderá votar em apenas uma opção e estarão disponíveis títulos de séries que retornaram agora, nessa Summer Season nos EUA.


Posts Especiais:

> Trajetória em Série - Smallville

> Trajetória em Série - Chuck

> Vídeos em Série - Chuck


Algumas Estréias que Serão Comentadas:

> Nikita

> Undercovers

> No Ordinary Family


É isso! Essa foi apenas uma pequena prévia do que estar por vir, pois como eu já falei, eu pretendo postar mais do que isso mas não quero falar tudo para não estragar todas as surpresas. Com o decorrer do Mês, o post poderá ser atualizado ou editado para a adição de informações. Por enquanto é só. Fiquem ligados, pois nesse período serão postadas muitas coisas relacionadas a séries, especiais, reviews e não deixe de participar lendo os posts, comentando, votando nas enquetes e promovendo o site e o Especial.

OBS.: Gostaria de ressaltar que o próximo Mês Temático não necessariamente ocorrerá assim que esse acabar (de 20/10 a 20/11) já que para a realização do mesmo, é preciso de planejamento. Mas ainda assim, o próximo Mês Temático ocorrerá provavelmente em um período que abrange Outubro/Novembro ou então durante o mês de Novembro.


Reativação do CCBF + Mês Temático

Hoje venho aqui pedir desculpas por estar tanto tempo sumido aqui no blog e agradecer aos leitores que continuaram e continuam visitando o blog até hoje, ou até mesmo os leitores novos. Eu acabei ficando sem tempo por conta de várias coisas e ai depois acabei por não voltar a escrever aqui. Mas agora, o blog volta e com força total. Eu pretendo aprender o máximo o possível para reformar o blog deixando-o mais bonito, com um design melhor e com mais funcionalidades, além de passar a postar com mais frequência e inventar novos posts especiais, além de postar mais dos que eu já inventei - como o top 10 e a Penca de Clipes.

E para contribuir nesse processo de crescimento do blog, eu gostaria de que vocês, leitores, contribuíssem comentando nos posts, sinalizando o que está bom e o que precisa melhorar e divulgando o blog. Analisando a quantidade de acessos que o blog já teve, eu posso dizer tranquilamente que muitas pessoas - provavelmente a maioria - acessa o blog sem deixar nenhum comentário nos posts, o que não custa nada, se comparar com o trabalho que o autor tem de escrever o texto, revisá-lo, postá-lo e etc. E acreditem, o comentário de vocês faz toda a diferença! Por isso, não deixem de comentar e eu posso garantir que irei fazer o possível para melhorar o blog e não abandoná-lo mais. ;D

E, como eu já disse acima, eu pretendo criar novos especiais para o blog. E hoje eu já venho aqui para adiantar um desses especiais que é o "Mês Temático" e explicá-lo a vocês. Esse novo especial consistirá em numa duração de um mês, apresentar aos leitores vários posts e especiais recheados de imagens, contéudos e vídeos relacionados ao tema que está em questão. Além disso, terá também a criação de uma ou mais enquetes relacionadas também ao tema que está sendo tratado.

Geralmente, os temas serão escolhidos com relação aos acontecimentos importantes do mês. Esse mês agora ( de 19 de setembro à 19 de outubro, para ser mais específico ) por exemplo será o 1° Mês das Séries pois este é o momento da Summer Season nos Estados Unidos, período onde as principais e as mais esperadas estréias de séries ocorrem. Por isso, durante esse período, o CCBF trará vários posts, vários especiais e enquetes relacionados a séries. Exemplos de meses temáticos: Mês dos Livros pode ocorrer em um mês onde ocorra Bienal, Mês do Cinema em um mês que ocorra o Oscar ou grandes estréias no cinema, e por ai vai.

Ainda hoje eu irei dedicar um post exclusivamente ao 1° Mês das Séries do CCBF e vou estrear a proposta, fazendo um post sobre uma série.

Bom, por enquanto é isso. Não se esqueça de estar sempre acessando o CCBF para checar as novidades, de comentar, participar das enquetes, contar do blog para os amigos e sinalizar o que gosta e o que precisa melhorar no blog para que eu possa tomar providências. Em breve eu retonarei com novos especiais, e a partir de agora pretendo estar sempre presente, postando coisas novas e melhorando o blog.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Penca de Clipes: Novidades pt. 2

Quinta-feira passada, há sete dias atrás, eu postei a primeira parte da penca de clipes sobre clipes que viraram novidade nos EUA, clipes que estão fazendo sucesso por lá e alguns que até lançaram a poucas semanas. Pois bem, aqui vai mais dez clipes desses, na Penca de Clipes dessa semana.


Maroon 5 - Misery







Vita Chambers - Young Money







Jason Derulo - Watcha Say







David Guetta ft. Fergie & LMFAO - Gettin' Over







Usher ft. Will.I.am - OMG







Treyz Song - Already Taken







David Guetta ft. Kelly Rowloand - Commander







Honorobel ft. Sean Kingston & Trina - My Girl







Keane ft. K'Naan - Stop For a Minute







Iyaz - Solo






Bom, e essa é a Penca de Clipes dessa semana! Não deixe de comentar! Semana que vem provavelmente eu estarei postando mais uma Penca!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Crítica: Amor Sem Escalas



Do mesmo diretor do prestigiado Juno e baseado em um livro, Amor Sem Escalas (Up In The Air) é um filme que há algum tempo eu já queria ver, mas só acabei por ver a cerca de duas semanas atrás. Resultado? O filme definitivamente não decepcionou minhas expectativas, superando-as.

Up In The Air nos traz a história de Ryan Bingham (George Clooney) um homem acostumado a “voar”, cujo trabalho é ir de companhia em companhia, estado em estado demitindo os funcionários que as companhias decidem demitir, ou seja, fazendo o trabalho sujo delas. É claro que há um significado para tal fato. Ryan e os poucos outros empregados com sua mesma função devem acompanhar e preparar psicologicamente as pessoas que por eles são demitidas, utilizando métodos para tentar acalmar e preparar a pessoa para seguir em frente.

Porém, há só um problema nesse trabalho: a solidão. Quem nunca quis viajar, viajar, e viajar, conhecendo novos lugares? – e no caso dele, ainda com as despesas pagas pelo emprego - Acho que todos gostariam de poder conhecer tantos lugares, porém, será que todos gostariam de viver praticamente sozinho, ter que deixar sempre sua casa, seus amigos, sua família de lado e ir viajar? Isso ninguém gostaria. A não ser Ryan. Afinal, ele não tem amigos, não mantém contato com a família e ama viajar, fazendo assim do aeroporto, dos aviões, das viagens, o seu lar, além do objetivo dele de conseguir acumular um milhão de milhas. Aparentemente, até o dia em que chega a novata Natalie Keener (Anna Kendrick), trazendo novos projetos à empresa na qual Ryan trabalha.

Natalie chega com uma proposta que agrada a todos, principalmente em tempos de crise, onde os custos das viagens realizadas por Ryan e seus parceiros precisa ser cortado. Ela vem com a proposta de tornar o alcance global, algo local, mandando os panfletos de ajuda através de instruções – antes já utilizado - por correio, efetuando a demissão dos funcionários com as mesmas técnicas e tentativas de amparo e preparo psicológico, porém, através de videoconferência. Tal proposta agrada os funcionários, que não teriam mais que passar a grande maioria dos dias do ano viajando, fora de casa, e é claro, aos donos e administradores da empresa, pois traria uma grande redução de gastos. Porém, essa idéia não é nem um pouco bem recebida por Ryan.

Ryan acha tal proposta algo ridículo, que tira toda a honra do trabalho que eles fazem por conta da frieza de demitir pessoas através de videoconferência, e reclama com seu chefe que Natalie deveria trabalhar um pouco antes de implantar tal estratégia, já que ela era recém-formada na sua faculdade e ainda não tinha idéia de como era trabalhar fazendo o que eles fazem. Mas é claro, havia também o lado dele que queria continuar a viajar, que não queria ter que voltar para casa e passar a maior parte do ano no mesmo lugar. Afinal, viajar para ele era basicamente tudo, e ficar em casa era entediante.

O chefe de Bryan aceita a proposta dele, mandando Natalie – contra a vontade de Bryan – viajar junto com ele, para que ele pudesse ensiná-la mais sobre aquele trabalho e a rotina, fazendo assim com que Natalie aprendesse mais e pudesse também ser avaliada quanto à qualificação para entrar de vez na empresa.

E assim, inicia-se uma longa viagem. Uma viagem que representa uma longa jornada, tanto para Bryan quanto para Natalie. Completamente diferente de Bryan, Natalie tem namorado, amigos e não gosta da idéia de viver viajando e ter que ficar longe de casa e das pessoas que ama, além de ter vários sonhos e objetivos a serem alcançados.

Numa dessas viagens, eles dois se encontram com Alex, (Vera Farmiga) mulher que também vive viajando à trabalho e que encontrara e se relacionara com Bryan, numa dessas viagens – a poucos dias - e desde então, aquele era o primeiro reencontro que eles tiveram entre as viagens seguintes realizadas por ambos, e continuam a se relacionar.

E assim o filme continua, com dosagens equilibradas de drama, comédia, ironia e um pouco de romance. A trama se desenvolve durante as consecutivas viagens realizadas por Natalie e Bryan e os encontros entre eles e Alex, sempre que ambos estavam em lugares próximos. Natalie sempre com seu jeito emotivo e sonhador e Bryan com seu jeito frio e sem grandes objetivos.

Conforme o tempo passa, Natalie aprende cada vez mais sobre o trabalho, passando por momentos bem difíceis emocionalmente assim como Bryan aprende com a personagem, que o mostra o quanto a vida dele é solitária, sem muitas motivações e o quão ele é uma pessoa sozinha, além de fazê-lo perceber a possibilidade de ter uma relação sólida com Alex. E como ambos são pessoas com personalidades completamente opostas, há discussões, desentendimentos e é claro, a troca de valores que acontece entre ambos. Além disso também, há a evolução do relacionamento entre Bryan e Alex, que começou apenas como algo que ambos determinavam como “casual” mas que agora estava a crescer, o que acaba fazendo com que Bryan goste de Alex.

No final desse período de viagens consecutivas feitas por Bryan e Natalie, ambos aprendem muito e há uma mudança na vida das personagens, que acabam tomando novas decisões, além de uma descoberta sobre Alex.

Up In The Air é um filme com toda a certeza, excelente, emocionante e inteligente, que nos traz mensagem de o quão é importante ter alguém ao seu lado, pessoas nas quais você possa contar, a importância de ter família, amigos, a importância de não ser uma pessoa sozinha, solitária. Passa a mensagem também de que nunca é tarde para tentar mudar os nossos hábitos, seguir adiante, deixando o que é ruim para trás e criar uma nova fase, onde você tenha mais objetivos, mais laços que anteriormente não existiam ou haviam sido rompidos. A importância de ter objetivos, sonhar, e correr atrás dos seus sonhos. Isso tudo com ótimas atuações, uma ótima trilha sonora, um ótimo trabalho de direção feito por Jason Reitman e um roteiro e uma história muito bons, sem clichês e até mesmo com algumas surpresas, e a ótima mistura de drama e comédia, com alguns momentos mais emocionantes e outros mais descontraídos, o que torna o filme muito agradável de se assistir e excelente.



Nota: 9,3


Obs: Não se deixe enganar pelo título nem pelo cartaz brasileiro. Ambos fazem-nos acreditar que o filme é de romance, quando na verdade ele não é. A relação das personagens Ryan e Alex tem sua importância e seu peso na história, mas não é o principal, não tornando o filme um filme de romance. Já o título e o cartaz originais, são bem diferentes.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

domingo, 4 de julho de 2010

Crítica: Eclipse



Cerca de sete meses após o horrível e altamente monótono Lua Nova, segundo filme da Saga Crepúsculo, o terceiro filme da saga retorna com um ritmo melhor - muito menos arrastado do que a enrolação infinita de seu antecessor - histórias mais interessantes, momentos mais engraçados, cenas de romance de verdade - com beijos que se prezem - mais cenas de ação, - que foram boas, mas poderiam ter sido melhores - uma boa trilha sonora porém, os problemas já anteriormente existentes nos filmes da saga. A qualidade mediana das cenas de ação - que diga-se de passagem, poderiam ser melhores com todo o sucesso que os livros e os filmes estão fazendo e todo o lucro que isso gera - e a fraca atuação do trio principal.

Em Eclipse, Victoria está de volta à ativa buscando vingar o seu ex-parceiro James assassinando Bella. Enquanto isso, mortes e desaparecimentos misteriosos acontecem em Seattle, uma cidade vizinha à Forks e Bella tem que decidir de vez entre seu amor por Jacob ou Edward e quanto a permanecer humana ou virar vampira.

O filme começa com um humano sendo atacado e logo em seguida, parte para uma cena onde Bella e Edward estão sentados em um campo florido, na qual eles se beijam - provavelmente - mais vezes do que todos os beijos que deram em Crepúsculo e Lua Nova, sendo a primeira de algumas cenas de romance de verdade da saga, onde ambos realmente se beijam demonstrando química, paixão e o relacionamento existente entre ambos.

E por ai o filme vai, com cenas de romance entre Bella e Edward e Bella e Jacob, cenas hilárias, - principalmente as com o pai da Bella, e a cena em que Bella quebra a mão - de ação e algumas de um pouco de suspense. A história é melhor desenvolvida e em um ritmo menos parado do que nos outros dois filmes da saga. Quanto ao aproveitamento do contéudo do livro, também acho que aqui o aproveitamento foi melhor do que o dos outros dois filmes porém, houve a história da origem do conflito dos lobos e dos vampiros que cortou uma das melhores partes da história contida no livro, que é a origem dos lobos. Tirando isso, não tenho nada do que reclamar quanto aos cortes feitos do contéudo do livro.

Algo que foi criticado nos filmes anteriores foi o fato de algumas coisas da história ficarem mal representadas e explicadas, sendo assim mal entendidas por aqueles que não leram o livro. Para mim, fica difícil conseguir identificar tal defeito já que li todos os livros da saga antes de ver os filmes, mas há uma cena em Eclipse na qual Edward se refere à situação dos casos de Seattle dizendo que tudo apontava para "uma coisa". Coisa essa que no livro é identificada por Edward como algo específico e no filme Edward se refere a essa "coisa" somente como "uma coisa". Se deu para ficar subentendido o que essa "uma coisa" era ou não, eu não sei já que eu, por ter lido o livro entendi, mas poderia ter sido um diálogo melhor construído.

A trilha sonora continuou boa, contando com músicas mais alternativas como a trilha sonora de Lua Nova e o trabalho de direção de David Slade também ficou bom, contando com uma tonalidade mais escura que combinou muito bem com as cenas do filme.

Outro ponto positivo do filme é o fato de nele, outras personagens como Rosalie e Jasper ganharem mais espaç, encremetando a história, tornando-a mais interessante através dos flashbacks da história de ambas personagens, além dos flashbacks da história do confronto dos lobos com os vampiros o que foi bom mas, como já falei anteriormente, poderia ter sido melhor, explicando a origem dos próprios lobos como no livro.

Porém, há alguns pontos que fazem do filme, um filme bom. Por que sim, se não fossem esses pontos, o filme poderia ser muito melhor.

Os efeitos especiais do filme, estão bons, mas poderiam ter sido um pouco melhores. Os lobos ficaram bons mas os vampiros ao correrem continuam ficando com aquele borrão meio tosco. E as cenas de ação foram melhores do que a dos filmes anteriores e em maior quantidade, mas poderiam sim ter sido muito, muito melhores. Fica de exemplo a cena da luta entre o exército, os lobos e os Cullens que foi a cena de ação mais esperada do filme e acabou muito rapidamente, com os Cullens e os lobos matando todos os vampiros sem sofrer quase nenhum arranhão com exceção de um membro, no final da luta. Com certeza, contra um exército de vampiros recém-criados, era para os Cullens e os lobos terem apanhado um pouco antes de conseguir eliminar os vampiros tão depressa, o que deixaria a luta mais interessante, empolgante e equilibrada. E esses são dois pontos no qual a saga poderia apostar mais, que com certeza deixaria o filme melhor e o público mais satisfeito. E que com toda a certeza, não seriam coisas dificeis de se providenciar, já que o lucro gerado pelos filmes é imenso.

E a atuação do trio principal deixa a desejar novamente. Robert Pattinson continua fazendo sempre a mesma cara, com expressões forçadas que chegam a ser ridículas como a de algúem que chupou azedo e não gostou. A única atuação que me incomodou por inteira foi a dele. A atuação de Kristen Stweart continuou sendo neutra ou seja, aquela atuação que não é boa nem horrível. Afinal, Kristin Stweart já fez atuações parecidas em papeis diferentes. Ou seja, ela tem o seu jeito próprio de atuar, sem mudar muito sua atuação nos diferentes papéis que ela representa, mas como Bella, ela até que ficou boa. Quanto ao Taylor Lautner, não tenho muito o que reclamar a não ser da cara forçada de bad boy em algumas cenas. Peça a uma criança de cinco anos para fazer cara de mau. Agora tente você - se é que não tem a mínima habilidade em atuar - fazer o mesmo se olhando no espelho. Tosco, não? Ridiculamente forçado. Bom, ai está a cara de bad boy do ator. De resto, não há o que reclamarda atuação dele.

Como fã da saga, admito que gostei muito do filme mesmo que ele tenha sido um filme bom, e não um filme excelente. Mas deixei o meu lado de fã e o meu guilty pleasure de lado para analisar o filme como somente um outro filme qualquer, não a adaptação de um livro que eu gosto muito. E a conclusão a que eu cheguei é que ele poderia ter sido muito melhor com um pouco mais de qualidade nos efeitos especiais e nas cenas de ação e com uma atuação melhor do trio principal. E os pontos positivos não apresentam nada de surpreendente, não fazendo com que o filme seja uma das melhores histórias do mundo nem um dos filmes mais legais da história, mas consegue fazer com que seja um bom filme, que tem o suficiente para valer o ingresso, o tempo gasto assistindo-o e entreter bastante, sendo de longe o melhor dos atuais três filmes da saga.




Nota: 7,8

terça-feira, 22 de junho de 2010

Crítica: White Collar - 1a Temporada



Chegou o momento da summer season! O momento onde a maioria das séries dos canais americanos entra em resseço até o início da próxima temporada e no meio desse período, lançam novas séries e novas temporadas de outras séries. E é esse o momento em que eu aproveitando o tempo vago por não ter nenhum capítulo novo de Chuck para assistir, resolvi conferir o restante dessa primeira temporada de White Collar. Pois bem, vamos lá.

White Collar é uma série que tem como personagem principal Neal Caffrey, um ladrão especialista em roubos de objetos artísticos e na maioria das vezes antigos e históricos que após muito tempo de procura foi achado e preso pelo agente do FBI Peter Burke. Mas existe um porém. Neal foge da prisão determinado a encontrar Kate, sua namorada e acaba por encontrar seu apartamento vazio com somente uma pista sobre o desaparecimento de Kate. Agora ele tenta achá-la a qualquer custo e para o mesmo, oferece seu serviço ao FBI por troca de liberdade - após ser preso novamente - tornando-se então a dupla do agente Peter Burke, ajudando-o a solucionar crimes e principalmente roubos de diamantes, à museus e etc ou seja, sua especialidade.

White Collar começou como uma série meio filler para mim. Ou seja, no início era uma série que eu via quando estava com tempo de sobra, sem ter o que fazer. Comecei a assisti-la assim que a mesma lançou (final do ano passado / início desse ano) afinal, eram as minahs férias, período em que eu sempre procuro séries novas para ver em meu tempo vago. Gostei da série, apesar de achar o primeiro capítulo um pouco cansativo e parado e continuei a assistir os capítulos. O que mais gostei no início de temporada, apesar de ter um desenvolvimento da trama central fraco, foi o quão os personagens da série são carismáticos, das soluções inteligentes adotadas por Peter E Neal para resolver os crimes, dos momentos decontraídos da série e da dupla Neal Caffrey e Peter Burke que rende momentos hilários.

Nos quatrso capítulos posteriores ao primeiro, a primeira temporada da série melhorou um pouco o ritmo, tendo casos isolado para serem resolvidos a cada capítulo, ora melhores, ora piores do que o caso do capítulo anterior. Até que finalmente no final do quinto capítulo da temporada, a busca de Kate que nem me intrigava muito, já que ainda era algo muito pouco explorado na série, acabou ganhando mais fôlego com o aparercimento da mesma e uma conversa no telefone entre ela e o Neal. E logo depois, o sexto capítulo da temporada foi aquele que deu a alavancada tanto em sua trama principal quanto na própria série. Aqui descobrimos uma pista sobre quem está mantedo Kate presa, uma pista que poderia mudar tudo, fazendo com que eu me interessasse mais na série e na trama principal. E no sétimo capítulo, uma bomba explode, a bomba que iria impulsinar de vez o ritimo da série para um ritimo mais rápido, apresentando novos mistérios, novas pistas, a entrada do principal vilão da primeira temporada e com uma grande surpresa na cena final. E pronto. A série despertou minha curiosidade, despertou de vez a minha vontade de assisti-la. Pena que foi logo ai que entrou o período de recesso da série nos EUA, deixando um enorme cliffhanger para o retorno dessa primeira temporada.

E ai o tempo passou, com ele as férias se foram e eu acabei por assistir somente o oitavo capítulo da primeira temporada - que assim como o sétimo foi excelente, trazendo novos mistérios, novas pistas, tendo um ótimo ritmo - e parar de assisti-la por um tempo. Até que sexta-feira passada eu resolvi voltar a assisti-la já que os capítulos inéditos de Chuck acabaram e eu estava sem nada para ver. E como foi boa a escolha de terminar de assistir aos capítulos da primeira temporada dessa série ao invés de abandoná-la!

Com Fowler novamente entrando em campo, o nono capítulo é também de ótima qualidade, com ritmo acelerado e novas descobertas, mostrando mais uma vez o crescimento contínuo que a série vem a apresentar desde seu sexto capítulo até o nono. Para dar uma pausa no ritmo acelerado que estava acertando os trilhos da primeira temporada para o seu final, o décimo capítulo apresentou praticamente nada sobre Fowler ou Kate mas trouxe um caso interessante a ser resolvido e alguns momentos hilários.

E voltamos a um grande crescimento da trama principal no décimo primeiro capítulo, com a entrada de uma personagem que rapidamente conquistou a minha simpatia: Alex. Ex-parceira de Neal, Alex o ajudará a conseguir aquilo que trará a liberdade de Kate novamente só que com uma condição. Há também uma perceptível química entre Alex e Neal, tornando as coisas ainda mais interessantes. E além da entrada de Alex e do crescimento da trama central encaminhando a temporada para uma proximidade ainda maior do seu final, o capítulo 11 apresenta um ótimo caso a ser resolvido por Peter e Neal.

Já no décimo segundo capítulo, há novamente um fraco desenvolvemento da trama principal mas o caso a ser resolvido por Neal e Peter e a rivalidade e o jogo entre Neal e o Colarinho Azul apresentados nesse capítulo compensam, igualando o nível do mesmo ao nível dos capítulos anteriores.

E, no 13° capítulo, com Alex novamente em campo e a participação da agente do FBI Kimberly Rice, temos um excelente capítulo com um ritmo acelerado, soluções inteligentes para o caso apresentado no mesmo, um dos maiores - se não o maior - perigos que Neal já enfrentara até então e a ótima química entre Neal e Alex.

E, finalmente, com Fowler e Alex novamente em campo, além do retorno da agente Diana à série, temos a ótima season finale. Com várias surpresas, descobertas, reviravoltas, momentos tensos e um final surpreendente do qual eu não fui capaz de imaginar que aconteceria o que aconteceu, a primeira temporada é encerrada com chave de ouro e com certeza, não só pelo final mas principalmente por toda a segunda metade dessa primeira temporada, White Collar agora não é mais uma série que eu considero somente filler e eu estarei esperando ansiosamente pelo lançamento da segunda temporada que acontece nos EUA no mês que vem.

White Collar é uma série que merece ser assistida e, caso você não goste muito dela de início - assim como eu não gostei tanto - merece uma segunda chance. É uma ótima série, de clima descontraído, uma série inteligente e com certeza, diferente de qualquer outra série que eu já tenha visto. E, como eu pude observar ao decorrer dessa primeira temporada, o trunfo principal da série não são os métodos e as soluções inteligentes para os crimes apresentados, não são seus momentos divertidos e descontraídos, não é a trama principal mas sim o quão os personagens da série são carismáticos com seus diferentes estilos, humores e características. Desde as personagens fixas da série às personagens que aparecem somente em um ou um pouco mais de capítulos - como a Kimberly Rice e a Alex - a grande maioria das personagens apresentadas pela série são personagens carismáticas, com personalidades singulares e a capacidade das mesmas de conquistar a simpatia do telespectador. Com certeza, isso foi o que mais gostei na série. Seja a química entre Alex e Neal, os momentos hilários entre Peter e Neal, ao estilo diferente de Moz, à simpática June, à dócil e conselheira Elizabeth, demonstram que a grande maioria - se não todas - das personagens apresentam características interessantes que ao serem exploradas na série rendem ótimos momentos.





Observações:

-> Assim como Moz, Peter e Alex questionavam à Neal se a Kate realmente valia a pena todo o esforço exercido por ele, eu também estava a questionar isso. Mas acho que isso é algo feito de propósito pelos roteiristas da série pois ao mostrarem pouco sobre Kate, a primeira temporada conseguiu deixar o desejo de saber mais sobre a personagem.

-> Adoro os capítulos em que o agente Peter tem que lidar com situações que o deixa constrangido. É hilário. Ri bastante no sexto capítulo dessa temporada com o Peter lidando com a garota que faz parte do capítulo.

-> Logo de cara gostei muito da Alex. Espero que a mesma volte a aparecer na segunda temporada. E que a química entre ela e Neal continue presente.



Nota: 8,5

sábado, 12 de junho de 2010

Penca de Clipes: Dia Dos Namorados

Olá! Hoje venho aqui no blog para postar um novo "especial" que terá outras edições mais à frente. E, já que a primeira edição dele será postada no dia dos namorados, nada como aproveitar o clima e fazer um especial dos Dias dos Namorados nessa primeira edição da Penca de Clipes! E, para tornar as coisas melhores ainda, todos os clipes postados serão legendados! Com um total de dez clipes, são eles:


Aqualung - Brighter Than Sunshine





Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.


Paramore - The Only Exception





Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.


Boys Like Girls ft. Taylor Swift - Two Is Better Than One






Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.


Lady Antebellum - Need You Now






Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.


Nickelback - Far Away (Montagem)






Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.


Coldplay - Yellow






Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.


Nickelback - Never Gonna be Alone






Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.


Kelly Rowland ft. David Guetta - When Love Takes Over






Para assistir ao vídeo no youtubem clique aqui.


Colbie Caillat - Realize






Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.


Jack Johnson - Better Together






Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui.



E ai, gostou do novo especial? Gostou dos clipes? Não deixe de comentar o post e de votar na enquete de filmes no painel do blog que acabará em quatro dias!